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Você não está velho demais para treinar

  • Foto do escritor: Vitor da Corcovado
    Vitor da Corcovado
  • 16 de jun.
  • 3 min de leitura

"Eu já passei da idade para isso."


Ao longo dos anos, ouvi essa frase inúmeras vezes.


Ela costuma aparecer quando alguém pensa em voltar a se exercitar, experimentar uma modalidade nova ou retomar uma rotina de cuidados com a saúde depois de muito tempo parado.


E embora seja uma crença bastante comum, ela também é uma das mais prejudiciais.


O problema não é a idade


É verdade que o corpo muda com o passar dos anos.


Perdemos massa muscular com mais facilidade. A recuperação pode ser mais lenta. Algumas dores aparecem com mais frequência. Existem mudanças biológicas naturais que fazem parte do envelhecimento.


Mas nada disso significa que você está condenado a perder força, disposição, autonomia ou qualidade de vida.


O problema não é a idade.


Na maioria das vezes, o problema é ter passado muito tempo fazendo pouco pelo próprio corpo.


Muitas pessoas acreditam que existe uma lista de exercícios que elas não podem mais fazer por causa da idade. Como se, a partir de determinado momento da vida, o caminho fosse apenas reduzir atividades e evitar desafios.


Mas essa não é a pergunta certa.


A pergunta não é quais movimentos devem ser evitados.


A pergunta é quais movimentos são apropriados para o seu momento atual.


Todo mundo tem um ponto de partida


Uma pessoa que treinou regularmente durante anos terá capacidades diferentes de alguém que passou uma década sedentário.


Da mesma forma, uma pessoa de 60 anos pode estar muito mais preparada fisicamente do que alguém de 40.


Por isso, a idade isoladamente diz muito pouco.


O que realmente importa é identificar onde você está hoje e construir o seu próprio caminho a partir daí.


O corpo continua capaz de se adaptar


A boa notícia é que o corpo humano continua sendo incrivelmente adaptável.


Quando você oferece estímulos adequados e consistentes, ele responde.


Você ganha força.


Melhora seu condicionamento físico.


Recupera mobilidade.


Aumenta sua confiança.


Volta a fazer coisas que antes pareciam difíceis ou impossíveis.


A ciência já demonstrou isso inúmeras vezes. E nós vemos isso acontecer na prática todos os dias.


O que vemos na Corcovado


Na Corcovado, vemos pessoas que chegaram acreditando que era tarde demais para começar e que, poucos meses depois, estão mais fortes, mais dispostas e mais confiantes do que imaginavam ser possível.


Pessoas que voltam a praticar esportes.


Que conseguem acompanhar os filhos em atividades diversas.


Que viajam com mais energia.


Que sobem escadas sem se preocupar.


Que descobrem novas capacidades que achavam ter perdido.


Não porque encontraram um treino milagroso.


Mas porque encontraram um lugar estruturado, com orientação adequada e que os permitiu ter consistência.


O verdadeiro objetivo


O objetivo nunca foi apenas viver mais anos.


O objetivo é viver melhor os anos que temos.


Ter energia para aproveitar oportunidades.


Ter autonomia para fazer o que gosta.


Ter força para enfrentar os desafios da vida.


Ter um corpo que expanda possibilidades, em vez de criar limitações.


É por isso que acreditamos tanto em treinamento físico.


Não porque ele transforma apenas o corpo.


Mas porque ele transforma aquilo que você é capaz de fazer com a sua vida.


Você não precisa voltar a ser quem era aos 20 anos.


Você só precisa começar a construir a melhor versão possível de quem você pode ser hoje.


Um convite


Se você sente que está sem condicionamento, acima do peso, sem energia ou simplesmente acredita que "já passou da idade" de começar, eu quero te fazer um convite:


Não decida sozinho do que você é capaz.


Venha conversar com a gente.


Agende sua Consulta Inicial Grátis e permita que um dos nossos professores conheça sua história, seus objetivos e seu momento atual. A partir daí, podemos mostrar qual é o melhor caminho para você construir mais saúde, força e qualidade de vida.


Você pode se surpreender com o quanto ainda é capaz de conquistar.


Grande abraço,

Vitor da Corcovado

 
 
 

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